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Como criar uma base de dados nova de um setor de atividade diferente



A criação de uma base de dados a partir do "zero" deve seguir algumas regras que permitam garantir a organização dos dados.


Em primeiro lugar devem-se criar os grupos. Os grupos têm por único objetivo organizar os recursos e atividades de modo a que fiquem agrupados de uma forma organizada e lógica. Ao criar uma nova Base de Dados, o Visualorc cria automaticamente o grupo “geral”. Este grupo deverá servir para associar os recursos e atividades genéricas que não pertencem especificamente a um grupo ou que podem ser usados de forma generalizada.

A título de exemplo, suponhamos a criação de uma Base de Dados para uma empresa de instalações elétricas.

Ao criar a nova Base de Dados, esta fica de imediato com o grupo “geral”, encontrando-se nesse momento sem qualquer recurso ou atividade. Iriamos de seguida criar os grupos que tinhamos previamente planeado. Poderíamos assim criar os novos grupos “tubagens”, “fios e cabos”, ”caixas”, “quadros”, “luminárias“, etc.

De seguida iríamos criar os nosso primeiros recursos. Iniciamos com o recurso de mão-de-obra “eletricista” e uma vez que este recurso será usado de forma generalizada, associamos o recurso ao grupo “geral”. O mesmo faríamos para o recurso “ajudante de eletricista”.

De seguida criamos o recurso material “tubo isogris 20”. Neste caso já será conveniente associar este recurso ao grupo “tubagens". Depois iríamos criar uma atividade a que daríamos o mesmo nome do recurso anterior “tubo isogris 20” sabendo que, como se trata de uma atividade, nos estaríamos a referir ao tubo incluindo o seu assentamento. Neste caso e mais uma vez iríamos associar a atividade ao grupo ”tubagens”. De seguida, na composição da atividade atribuiríamos os recursos “tubo isogris 20” e os recursos de mão-de-obra “eletricista“ e “ajudante de eletricista” com os consumos que pretendemos que façam parte dessa atividade.


Deverá ser bem poderada a criação de recursos e atividades na Base de Dados, evitando-se que esta fique muito extensa, pois poderá tornar-se de dificil utilização. Veja-se por exemplo, no caso referido acima, os recursos luminárias. Claro que o utilizador pode optar por introduzir referências infindáveis de luminárias na sua Base de Dados, mas se estamos a falar de várias centenas de referências existentes no mercado, talvez essa não seja a melhor opção.

Num caso como este, existem duas opções que são elegidas pelos utilizadores:

A primeira opção seria criar um recurso tipo, a que se daria o nome "luminária", e criar uma única atividade "luminária" onde se incluiria o assentamento. Depois, em cada orçamento, na primeira utilização desta atividade, após importá-la para o orçamento, explodiria-a no interior do artigo, assim o artigo passaria a ter o recurso "luminária" e os restantes recursos de mão de obra. De seguida, mudaria o nome do recurso "luminária" para o nome concreto do equipamento em causa, asism como o seu preço unitário.

Para compor os artigos seguintes que se refiram a outras luminárias, poderá efetuar a operação de copiar/colar entre peços de artigos, de seguida editar o artigo e duplicar o recurso, criando assim um novo automáticamente, mudando-lhe o nome e o preço unitário.

A segunda opção seria a utilização de preços diretos, introduzindo os preços das luminárias diretamente nos preços dos artigos. De seguida introduziria em cada artigo os recursos de mão-de-obra para assentamento da luminária. Para isso, bastará compor o primeiro artigo, e efetuar a operação de copiar/colar entre os vários artigos.

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